Construções do Minha Casa, Minha vida são liberadas para ruas não pavimentadas

O Ministério das Cidades publicou a portaria nº 363, de 11 de agosto de 2011, permitindo construções de moradias individuais no Programa Minha Casa, Minha Vida em ruas não pavimentadas.

Desde 11 de fevereiro, a Caixa Econômica Federal passou a liberar recursos apenas para construções de imóveis em ruas pavimentadas, dentro do programa habitacional do governo federal.  A medida prejudicou muitas famílias interessadas em financiar seus imóveis.

Em Joinville, em torno de 50% das ruas não são pavimentadas. Para pressionar e tentar revogar a decisão da Caixa, foi formado um “bloco de pressão”, com a participação do prefeito Carlito Merss, da Secretaria Municipal de Habitação, Acomac (Associação dos Comerciantes de Material de Construção), Câmara de Vereadores com a participação dos vereadores João Rinaldi e James Schroeder e do deputado federal Mauro Mariani para exigir o fim da normativa.

Com a nova redação, a portaria nº 363 garante a construção de moradias em ruas sem pavimentação, desde que não ultrapasse 12 unidades.

Segundo José Teixeira Chaves, diretor executivo da Secretaria de Habitação, “até março de 2011 já tinham sido assinados 841 contratos individuais dentro do Programa Minha Casa, Minha Vida, com custo médio de R$ 61 mil por financiamento, numa movimentação de mais de R$ 50 milhões. Agora, com a portaria 363/2011, os investimentos nesse setor tende a aumentar, gerando lucros para os pequenos construtores e realizando sonhos de muita gente”, afirmou.

Fonte: Jornal Notícias do Dia – Joinville

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Sobe valor do financiamento na região Norte

Quem quer realizar o sonho da casa própria, no Norte de Santa Catarina, está pegando mais dinheiro na Caixa Econômica. O valor médio do financiamento imobiliário cresceu 12% no primeiro semestre comparativamente a igual período de 2010, atingindo R$ 56,6 mil. A alta está relacionada a maior oferta de recursos e à queda no número de contratos.

No primeiro semestre, a Caixa Econômica liberou R$ 294,7 milhões, 6% a mais do que no mesmo período do ano passado, o que corresponde a R$ 16,6 milhões. O percentual de aumento na liberação de recursos foi maior do que o nacional, que teve uma expansão de 3,4%.

Foram fechados 5.203 contratos entre janeiro e julho, 5,4% a menos do que nos mesmos meses. Apesar da queda, a instituição financeira comemora os resultados. “A Caixa está contribuindo para a melhoria da qualidade de vida e para o crescimento do País”, diz o superintendente regional da Caixa em exercício, Warley Marcos Weller.

Na região, os financiamentos com recursos da caderneta de poupança foram responsáveis por R$ 153 milhões dos valores contratados, o que representa um crescimento de 21% na utilização, em comparação com o primeiro semestre de 2010. Por sua vez, as contratações com recursos do FGTS corresponderam a R$ 141 milhões, o que significa 11% de aumento na aplicação em financiamentos e subsídios.

A expectativa da Caixa Econômica é de que o segundo semestre seja bem melhor do que o primeiro. A instituição financeira projeta uma expansão de 18% no País. Se a região acompanhar o desempenho, devem ser liberados R$ 347,75 milhões.

Fonte: Jornal A Notícia

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Prefeito de Joinville assina lei que permite regularização de imóveis

O prefeito de Joinville, Carlito Merss, assinou nesta quarta-feira a Lei Complementar que permite a regularização de imóveis em desconformidade com a lei. De autoria do vereador Manoel Bento (PT), a nova legislação entrará em vigor a partir da próxima sexta-feira.

Os proprietários de imóveis irregulares poderão solicitar a regularização mediante o pagamento de compensações financeiras. Entre os problemas mais comuns encontrados estão recuo menor que o exigido, mais andares do que o permitido e falta de vagas de estacionamento. O pagamento poderá ser parcelado em até 36 vezes, dependendo do valor total.

Os valores arrecadados com as compensações serão aplicados da seguinte forma: 40% para o Programa de Melhoria de Calçadas e Praças Públicas e restante para o Programa de Melhoria e Qualificação do Sistema de Controle Urbanístico da Seinfra. O atendimento aos interessados será feito pela Seinfra na Unidade de Aprovação de Projetos.

Jornal A Notícia 

 

 

 

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Índice que reajusta aluguéis sobe 0,22% em prévia de agosto

O Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M), usado para reajustar contratos de aluguéis, registrou uma inflação de 0,22% na primeira prévia do mês de agosto. A taxa é superior à registrada no mesmo período do mês anterior, que havia sido -0,21%. O dado foi divulgado nesta quarta-feira, 10, pela Fundação Getulio Vargas (FGV).

Dois dos três subíndices que compõem o IGP-M registraram taxa maior na primeira prévia de agosto, em relação à primeira de julho. O Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) apresentou variação de 0,28%, superior à do mesmo período do mês anterior, que havia tido uma deflação (queda de preços) de 0,36%.

O resultado foi influenciado por segmentos como os alimentos processados, que tiveram alta de preços de 2,83%, e por produtos como a soja em grão (1,97%), suínos (17,56%) e bovinos (1,96%).

O Índice de Preços ao Consumidor (IPC) também apresentou taxa maior em agosto (0,07%). Em julho, a taxa havia sido -0,20%. O aumento do IPC em agosto foi puxado principalmente pela alta de preços de alimentos como frutas (1,24%) e laticínios (0,57%).

O Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) também apresentou inflação na primeira prévia de agosto (0,16%), mas em um ritmo menor do que o resultado da primeira prévia de julho, que havia sido 0,66%.

A primeira prévia de agosto do IGP-M foi medida com base em preços coletados entre os dias 21 e 30 de julho deste ano.

Vitor Abdala/Agência Brasil

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3ª edição do Carreteiro Hibisco

A 636 Negócios Imobiliários é patrocinadora da 3ª edição do Carreteiro Hibisco. Parte da renda arrecada no evento será destinada para a cozinha comunitária da cidade. O evento será neste domingo, dia 7, em Balneário Barra do Sul. Ingressos e informações no telefone 3448-2820.

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Primeiro semestre teve 20% mais contratos de aluguel em Joinville

A professora Odete do Rocio Juir decidiu no ano passado que deixaria Curitiba para morar em Joinville. Para encontrar um imóvel, ela precisou de algumas idas e vindas entre as duas cidades, até que em janeiro mudou-se com o filho para a cidade.

Ela faz parte de um grupo que contribui para que o volume de aluguéis residenciais continue crescendo, mesmo com os altos índices de vendas por causa da facilidade de crédito para comprar a casa própria. O Sindicato da Habitação de Santa Catarina (Secovi/SC) divulgou que o número de novos contratos deste tipo de negócio cresceu cerca de 20% em Joinville.

O presidente da entidade, Sérgio Luiz dos Santos, diz que o volume de aluguéis deve continuar crescendo.

- Enquanto tivermos um aumento da população, teremos espaço para a locação. Nem todo mundo tem acesso ou interesse na compra de imóveis-.

Dados do Censo 2010 apontam que Joinville conta cerca de 31,4 mil domicílios alugados, 19,5% do total, mas o número poderia ser ainda mais significativo. A presidente do Núcleo de Imobiliárias da Acij, Rosana Barros, diz que a demanda é crescente, mas esbarra na falta de oferta. Para ela, o maior problema enfrentado por quem quer alugar é o estado de conservação dos imóveis.

- Muitos proprietários querem alugar, mas estão com a casa ou o apartamento em más condições e ainda assim cobram um preço muito alto-, explica Rosana.

Segundo a presidente, os apartamentos de dois quartos na região Norte de Joinville são os favoritos de quem aluga. Rosana diz que os inquilinos costumam ter um carro e não querem ficar presos no trânsito.

- Eles querem morar perto de onde trabalham, estudam ou de onde os filhos estudam-, acrescenta Rosana.

A presidente do Núcleo Imobiliário da Ajorpeme, Maria Alice Marcelo, acredita que os apartamentos acabam sendo mais alugados porque há pouca oferta de casas para este tipo de negócio.

Segundo ela, é normal famílias desistirem de casas ao ver que a procura será mais difícil do que imaginavam. Os bairros favoritos são Santo Antônio, Glória, América, Saguaçu e Costa e Silva.

 Jornal A Notícia

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Número de apartamentos em Joinville cresceu 125% em dez anos

Joinville, conhecida por ser uma cidade horizontal, repleta de casas, está vivenciando um aumento do número de pessoas que deixaram de morar no chão para subir alguns andares. Segundo os dados do último Censo, a cidade mais populosa do Estado tem hoje 125% mais apartamentos do que há dez anos.

Os números mostram que, em 2010, a cidade tinha 25.321 apartamentos, o que corresponde a 15,76% do total de residências. Em 2000, eles somavam 11.219 domicílios, ou 9,3% do total. As casas ainda são maioria, mas a Prefeitura registrou aumento de 62% no número de alvarás de construção de edifícios entre 2007 e 2010. No mesmo período, os pedidos de licenças para casas cresceu 54,9%.

para o arquiteto Sérgio Guilherme Gollnick, a expansão na construção de edifícios demorou mais do que o habitual para ocorrer por aqui. Ele diz que o atraso pode ter sido influenciado por quatro fatores: extensão do perímetro urbano joinvilense, baixo valor da terra nas áreas marginais, pouca oferta de crédito imobiliário e também pelo fato de que boa parte das famílias construía sozinha suas casas, dispensando os serviços de técnicos.

— Tais condições e o perfil industrial da cidade condicionaram a ter nas residências a forma mais usual de construir —, explica. E acrescenta: — Por outro lado, o setor da construção civil sempre foi tímido e pouco empreendedor, edificando projetos seguros, onde uma parte das vendas eram casadas com investidores pré-selecionados —.

Gollnick lembra que, entre as décadas de 1970 e 1980, a cidade não “tinha mais do que 30 edifícios exclusivamente residenciais com mais de oito pavimentos”. Para ele, os prédios só começam a surgir com força como uma boa opção de moradia a partir do início dos anos 2000. O arquiteto aponta o crescimento da classe média nos últimos anos e o perfil econômico mais diversificado como motivos que ajudaram na expansão dos imóveis.

— Joinville não tem a mesma diversificação de mercado que ocorre em outros municípios catarinenses. Tanto é que o perfil de compradores mais expressivo de apartamentos está concentrado na faixa dos três a cinco salários mínimos e que são financiados pelo programa Minha Casa, Minha Vida. Empreendimentos de alto nível são raros na cidade. Quem tem muito dinheiro ainda prefere casas, e em condomínios fechados —, avalia.

A economia foi o fator decisivo para a assessora administrativa Tamires Gislaine de Oliveira. Em dezembro de 2009, ela e o noivo compraram na planta o apartamento onde vivem hoje, depois de procurar muito por terrenos localizados na região do bairro Floresta.

— O terreno que tínhamos gostado custava cerca de R$ 80 mil. O apartamento foi comprado por R$ 118 mil na planta —, lembra.

Larissa Guerra – Jornal A Notícia 

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